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Folha de São Paulo Nova tentativa de venda da massa falida está marcada para setembro; bens foram desmembrados em 4 lotes</small><br>Justiça define novo leilão da GurgelMÁRIO TONOCCHI A massa falida da antiga montadora Gurgel Motores, de Rio Claro, vai passar por mais uma tentativa de leilão nos próximos dias 24, 25, 26 e 27 de setembro. O dinheiro arrecadado servirá para o pagamento dos direitos trabalhistas de aproximadamente 700 ex-funcionários, demitidos quando a empresa foi decretada extinta, em 1996. O primeiro leilão aconteceu em 23 de maio de 2001 para a venda de prédio, máquinas de produção e 20 veículos da montadora que estão no barracão de montagem. No entanto não apareceram interessados. O lance mínimo, na época, foi definido pela Justiça em R$ 16,6 milhões. A avaliação total dos bens chegou a R$ 17,7 milhões. As novas datas foram definidas pela Justiça de Rio Claro (76 km de Campinas) a pedido do Sindicato dos Metalúrgicos de Limeira, que representa os ex-trabalhadores da empresa. Aproximadamente 700 ex-funcionários da Gurgel Motores esperam a conclusão do processo e o leilão dos bens para receberem o pagamento dos direitos trabalhistas, dívida avaliada em R$ 14 milhões. De acordo com o ex-funcionário da empresa Sidnei Casale, 51, a Justiça determinou o desmembramento dos bens. "Isso deve facilitar a venda e evitar o que temíamos na primeira vez: um leilão a portas fechadas, que um único grande grupo tenha interesse em arrematar o total que estava sendo oferecido no leilão. Com um único grande grupo, o preço poderia ficar abaixo do que esperamos", afirmou o ex-funcionário. No final de julho deste ano, a juíza Cynthia Andrauss Carreta aceitou a divisão e passou a condicionar a definição da nova data do leilão aos estudos para a divisão dos lotes da massa falida da empresa. O pedido de divisão foi feito pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Rio Claro. "A Justiça vai manter a avaliação inicial da massa falida. Com os leilões desmembrados, ao invés do preço mínimo, de R$ 16,6 milhões, podemos atingir a casa da avaliação total, de R$ 17,7 milhões", disse Casale. De acordo com o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Rio Claro José Carlos Pereira, 36, a divisão principal dos bens foi feita em lotes de máquinas, veículos e para o prédio principal e da fábrica da antiga montadora. "Isso vai facilitar bastante as vendas. Acreditamos que dessa forma vão aparecer interessados nas compras. Há interessados nas máquinas, mas que não se interessam pelo barracão", afirmou o sindicalista. Além da dívida com os ex-funcionários, a Gurgel tem ainda R$ 70 milhões em débitos com prestadores de serviços, fornecedores e acionistas. Os leilões vão quitar apenas as dívidas trabalhistas deixadas com a falência. As dívidas com fornecedores e prestadores de serviços também estão sendo analisadas pela Justiça ou em processo de acordos caso a caso. A primeira falência da empresa foi determinada pela Justiça em fevereiro de 1994, mas o proprietário, João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, conseguiu suspender a decisão dois dias depois, na Justiça. Somente após dois anos, a falência definitiva foi decretada. Hoje, de acordo com o sindicato, aproximadamente 70% dos trabalhadores da fábrica estão trabalhando como autônomos ou em outras empresas. O sindicato não sabe informar sobre os outros ex-funcionários. copiado do site em 16/10/2004
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