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Estadão - Diário do Passado BR-800 sairá de linha em 93O BR-800, principal veículo fabricado hoje pela Gurgel, com tecnologia 100% nacional, deixará de ser produzido em 1993. O diretor-presidente da empresa, João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, anunciou ontem que já está trabalhando no projeto do novo automóvel que substituirá o BR. Os detalhes sobre o modelo ainda são guardados em segredo pela empresa. Gurgel adianta, no entanto, que o veículo terá características semelhantes ao carro econômico, com algumas vantagens adicionais. "Será um carro popular, de dois cilindros, cerca de três metros de comprimento e volume de 800 centímetros cúbicos. A diferença principal é que será um veículo altamente técnico e ao mesmo tempo de mecânica muito simples", reunindo o que o empresário chama de tecnologia "Asa Delta". Outra novidade será o chassis de alumínio, que além de tornar o carro mais leve impedirá a ferrugem. O painel do veículo que substituirá o BR-800 será fabricado em plástico resistente, produzido pela General Eletric. Garantindo que o novo carro "vai ser simples mas não será carroça", Gurgel comentou seu lançamento em Brasília, durante audiência com o presidente Collor. O encontro estava sendo aguardado pelo engenheiro desde a mudança de governo. Por ocasião da posse do presidente, ele enviara ao Palácio do Planalto um dossiê mostrando a inviabilidade do Pró-Alcool e sugerindo o redirecionamento do programa. O mesmo procedimento foi adotado um ano depois, sem resposta de Brasília. "Com um pouco de atraso, contudo, a audiência acabou acontecendo", observa Gurgel. No encontro com Collor, o empresário voltou a criticar o programa, "que destruiu a economia do País e os próprios usineiros". Para estes últimos, que acumularam grandes dívidas na produção do combustível, Gurgel fez uma proposta ao presidente: "sugeri que a dívida dos usineiros fosse convertida em toneladas de milho, arroz ou outro tipo de grão. Afinal de contas, é o álcool que está matando o povo de fome, já que a cana passou a ser plantada em áreas de cultura e criação". Collor, segundo Gurgel, "parece ter gostado da idéia". WALESKA WEHMUTH
copiado do site em 17/11/2003
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